TÍTULO:
Novas dimensões de cuidado para os menores infratores (Rethinking mental health
care for young offenders)
AUTOR: Ted Alcorn
REFERÊNCIA: www.thelancet.com – Vol 383 April 12,
2014 (Published Online April 4, 2014). Acessível
em http://dx.doi.org/10.1016/
IDIOMA:
Inglês
SÍNTESE
O
problema dos menores infratores e os cuidados sociais e de saúde, bem como a
ação judicial que devem ser dedicados a eles não é um problema só no Brasil.
Artigo recente do The Lancet, por exemplo, revela que somente no EUA, em um
único dia, cerca de 70 mil crianças menores de 18 anos são confinadas pela
justiça criminal, muitos deles inclusive presos com adultos.
Há
esforços em toda parte para tratar essas crianças de modo diferenciado em
relação aos adultos, com foco na necessidade de mais educação e de tratamento
mais do que punição, embora na maioria dos casos não se consiga cumprir tal
promessa.
Há
estudos que demonstram, por exemplo, que a maior parte dos jovens com mau
comportamento recolhidos em prisões e outros estabelecimentos penais podem ser
portadores de doenças mentais não apropriadamente manejadas.
O
sistema de justiça juvenil contamina os serviços de saúde mental, pouco
preparados para dar conta de tal responsabilidade. Cumpre encontrar, então,
modalidades de tratamento que abordem de forma correta e humanizada os
problemas dos jovens infratores, ao invés de criminalizá-los e agravar sua
condição fragilizada. Defende-se que as pessoas da comunidade e as pessoas em
instalações correcionais constituem um grupo único, com grande fluxo de movimento
entre os dois grupos, rejeitando-se assim a dicotomia comum do “nós” contra
“eles”, especialmente quando o segundo grupo é geralmente formado por pessoas
mais pobres e negras.
Acesse o documento na integra: http://apsredes.org/site2013/wp-content/uploads/2014/04/MENTAL_HEALTH_YOUNG.pdf
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Fonte: http://apsredes.org/

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