domingo, 4 de maio de 2014

Aécio põe álbum de família (que vai aumentar) na internet

Conversa com a filha Gabriela gerou o mote 'papo reto', no programa de TV; Renata, com quem pré-candidato tucano se casou há sete meses, é homenageada publicamente na rede


BRASÍLIA - A referência ao avô Tancredo Neves, por quem foi levado a dar os primeiros passos na política, é constante na trajetória do pré-candidato do PSDB, senador Aécio Neves. A avó Risoleta, o pai também político Aécio Cunha, a mãe Inês Maria, as irmãs Ângela e Andreia, e a filha Gabriela, completam as fotos da biografia do presidenciável tucano. Mais recentemente, com o novo casamento, Leticia passou a compor também o álbum de família. Aécio diz ser da geração tancrediana de preservar ao máximo a família e repele seu uso político, mas algumas postagens de Gabriela e Leticia - grávida de gêmeos que chegam em agosto, no auge da campanha -, são campeãs de curtidas no Facebook.

No último fim de semana, ele postou uma foto com a seguinte legenda: "Almoço de domingo com a minha filha, Gabriela, e o sortudo do namorado dela, Thomas". A foto recebeu cerca de 13 mil curtidas, 872 comentários e 662 compartilhamentos. Foi vista inclusive pelo adversário, o pré-candidato pelo PSB, Eduardo Campos, que brincou:

- Rapaz! Você me criou um problema familiar! Meu genro também se chama Thomás e me cobrou: aí sogrão, nunca me deu essa moral né?

Formanda de Engenheira ambiental, a filha, Gabriela Neves, tem 22 anos e participará pela primeira vez ativamente da campanha do pai. Ela funciona um pouco como a Marina do Aécio, dando palpites inclusive na formulação do programa que trata de desenvolvimento sustentável. Aécio lembra que a única filha tem a mesma idade que ele quando começou a ser levado para a política pelas mãos de Tancredo.

No ano passado, ela participou das manifestações de rua no Rio e deu o mote para a campanha de Aécio na TV.

- Eu tenho conversas muito proveitosas com a Gabriela. Nelas, tenho o feeling do que está pensando a juventude. Ela me traz recall enorme do que pensa e quer a molecada. Foi numa dessas conversas que veio a ideia do papo reto. Ela me dizia sempre: papo reto pai! Fala logo o que quer e para de enrolar - conta Aécio.

No ano passado, ele se casou com Leticia, namorada de mais de cinco anos.

No dia 28 de janeiro, postou, ao lado de uma foto com a mulher, o seguinte comunicado: "Na manhã de hoje, fomos a uma consulta médica de acompanhamento da gravidez da Leticia. Há momentos, como esse, em que o sentimento que impera é de gratidão à vida. Divido, com vocês, a nossa felicidade!". A postagem também bateu recordes de curtidas no Facebook.

Leticia é discreta e está se acostumando com o assédio e a agenda conturbada do marido candidato. Ela participa de forma mais reservada da campanha, até mesmo por causa da gravidez dos gêmeos. No dia 17 de março ele postou outra foto da mulher, com uma declaração de amor pelo aniversário: "Hoje é aniversário da Leticia. O nome Leticia vem do latim Lætitia, que significa alegria. Ela trouxe muita para as nossas vidas. Feliz primeiro aniversário a três,

Lê! Nos próximos, se Deus quiser, teremos dois novos sorrisos a aumentar ainda mais a nossa alegria!". A foto teve 9 mil curtidas.
Em outros posts, Aécio aparece ao lado da mãe Inês Maria e até com a família do adversário Eduardo Campos, quando ele e Letícia foram fazer a visita pela chegada do caçula Miguel.

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Fonte: http://oglobo.globo.com/

Mantega:‘Temos uma previsão de aumento de tributos’

O ministro da Fazenda já admite a hipótese de elevar os impostos sobre bens de consumo para cumprir a meta de superávit fiscal deste ano, de 1,9% do PIB

Segundo Mantega, o reajuste de 10% do Bolsa Família, anunciado pela presidente Dilma, não comprometerá as contas públicas

Ele reconhece que o governo estuda medida que reduz salário e jornada de trabalho para evitar demissões
Guido Mantega: ‘Vamos cumprir essa meta, e serão feitos os ajustes necessários. Já posso dizer que a arrecadação de abril foi boa’ Marcos Alves / Agência O Globo

BRASÍLIA - O aumento de impostos sobre bens de consumo pode ser uma das armas do governo para realizar o esforço fiscal prometido para 2014. É o que disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em entrevista ao GLOBO. Ele garantiu que a realização da meta de superávit primário (economia para o pagamento de juros da dívida pública) de 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país) é um compromisso "irreversível" e será entregue com aumento na arrecadação ou corte nas despesas. Segundo Mantega, o gasto extra de R$ 1,3 bilhão com o reajuste de 10% no Bolsa Família este ano, que acaba de ser anunciado pela presidente Dilma Rousseff, não é expressivo e será absorvido sem prejuízo da meta fiscal.

Como o governo vai acomodar mais despesas com o aumento do Bolsa Família este ano num momento de restrições fiscais?

Nós temos, este ano, uma receita que cobre todas as despesas, sendo que as principais estão sob controle. Os gastos de pessoal vêm caindo em relação ao PIB e, na Previdência, o déficit está controlado. Mas algumas despesas, como essa do Bolsa Família, podem subir.

Não é uma despesa expressiva, e estaremos compensando isso com aumentos de arrecadação ou redução de gastos, se for necessário. O compromisso com o cumprimento de um superávit primário de 1,9% do PIB é irreversível. Vamos cumprir essa meta, e serão feitos os ajustes necessários. Já posso dizer para você que estamos fechando a arrecadação de abril, que foi boa, e vamos fazer um primário muito bom em abril, de modo que estamos cumprindo a meta fiscal. O aumento do Bolsa Família será absorvido sem nenhum comprometimento da meta fiscal.

Quais receitas podem subir?

Temos uma previsão de aumento de alguns tributos. Foi o que aconteceu, por exemplo, na tabela de bebidas (que serve como base de cálculo para o IPI e o PIS/Cofins do setor de bebidas frias). A tributação é proporcional ao preço.

Quando o setor aumenta os preços, se você não faz um reajuste da tabela, é como se o tributo tivesse caído. Não fizemos reajuste no ano passado, mas vamos fazer este ano. Isso nos trará uma receita adicional de R$ 2 bilhões a R$ 2,5 bilhões em 2014. Mas nada impede que nós possamos fazer mais redução de despesas. Já fizemos um corte de R$ 44 bilhões no Orçamento e nada impede que, se for necessário, façamos algum corte adicional para que o fiscal seja cumprido na íntegra.

O setor de bebidas criticou muito o aumento da tributação, que subiu duas vezes em menos de um mês, e, agora, ameaça aumentar os preços durante a Copa do Mundo...

No ano passado, não fizemos reajuste da tabela de preços. Demos um benefício fiscal para o setor. Agora, mexemos no redutor (que também incide sobre a base de cálculo dos tributos) e na tabela. Este é o momento adequado porque as empresas vão aumentar o faturamento (com a Copa do Mundo) e podem perfeitamente diluir isso. Essa correção é insignificante. Em média, dá uns 2,5% sobre o preço final.

Quais outros impostos podem subir?

Haverá alteração no PIS/Cofins sobre importação. Isso nada mais é do que equalizar o tributo do bem importado ao do bem produzido no Brasil. O que também poderíamos fazer é (alterar a) tributação sobre bens de consumo. O IPI dos carros, que foi reduzido no passado, por exemplo, está sendo recomposto. Não há uma decisão ainda, mas ele poderá subir agora em junho.

É esse tipo de medida. Mas, na verdade, estamos trabalhando mais com a contenção de gastos e estamos contando com a recuperação da arrecadação por conta da melhoria do crescimento econômico.

Mas o que está sendo feito concretamente para reduzir as despesas?

O governo já fez um corte de R$ 44 bilhões na despesa. Reduzimos inclusive R$ 7 bilhões nos investimentos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Também reduzimos transferências para estados e municípios. Temos feito ajustes de despesas à medida que for necessário.

Como estão as medidas que o governo prometeu para conter despesas com abono salarial, seguro-desemprego e auxílio doença?

Estamos trabalhando para reduzir esses gastos. Hoje, há muita rotatividade no mercado de trabalho e isso não é bom para o governo porque acabamos gastando mais com seguro-desemprego. Estão em curso alguns ajustes, mas isso não é algo decretado pelo Ministério da Fazenda. Está sendo conversado com o Ministério do Trabalho e com as centrais sindicais. Há também o auxílio-doença, que subiu muito, e chegou a R$ 17 bilhões. Estamos estudando como fazer para reduzir essa despesa. O governo identificou aí algumas fraudes e está trabalhando para reduzir também. Ao todo, são R$ 44 bilhões de despesas com abono e seguro-desemprego e mais R$ 17 bilhões de auxílio-doença. É com esse universo que estamos trabalhando. Se conseguirmos reduzir esses gastos em 10%, 15% ou 20%, teremos uma economia importante de despesas.

Quando o governo encaminha para o Congresso proposta que flexibiliza as relações de trabalho?

Essa proposta vem sendo discutida há algum tempo. Está sendo aperfeiçoada, mas ainda não há uma decisão. Está sendo amadurecida. Eu mesmo já fiz discussões com a CUT e com segmentos técnicos e, a princípio, a ideia é que a empresa não demita o trabalhador. Ela faz uma redução da jornada trabalhada. Uma empresa que momentaneamente passa por uma dificuldade de vendas, tem que diminuir a produção. Então, ela coloca 20% de sua força de trabalho em casa. O trabalhador continua recebendo parte do salário, e o custo é dividido pelo seguro-desemprego, pela empresa e pelo trabalhador.

Quais são as medidas que o governo estuda para ajudar o setor automotivo, que ameaça demitir por causa de problemas nas vendas?

As montadoras contavam com a manutenção do IPI reduzido...

Já existe um retorno gradual do IPI. Mas estamos olhando para as dificuldades do setor. Fizemos uma reunião com representantes do governo argentino para suprimir dificuldades na exportação de automóveis brasileiros para a Argentina.

Do nosso lado, facilitar o crédito para a exportação e também para que haja algum aumento de crédito no mercado doméstico, onde houve uma redução drástica do crédito. Estamos trabalhando num fundo garantidor para melhorar a segurança dos bancos de modo que eles se sintam mais à vontade para liberar o crédito.

Quanto será colocado pelo governo nesse fundo garantidor?

Quem vai colocar não é o governo. Será uma solução de mercado.

Enquanto isso, as montadoras ameaçam demitir...

Não vejo a necessidade de demissões no setor automotivo. Isso não ocorreu nos últimos cinco anos e não vai ser agora que vai ocorrer.

O senhor acha que as montadoras fazem um jogo baixo ao dizer que vão demitir para tirar vantagem do governo?

Eu não acredito que qualquer setor faça jogo baixo. Os setores choram, querem condições melhores. No caso do setor automotivo, sabemos que as montadoras acumularam um pouco mais de estoque. Mas, em abril, as vendas aumentaram em relação a março.

A presidente Dilma Rousseff também anunciou uma correção de 4,5% na tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física para 2015. No entanto, a defasagem da tabela é de mais de 60%.

Em primeiro lugar, essa correção não era obrigatória. Os governos anteriores não faziam nenhuma correção. Nós temos feito isso para manter o imposto mais baixo para os trabalhadores. Na tabela, temos que calcular uma inflação média para o ano que vem. Não sabemos de quanto ela será, mas nada melhor que o centro da meta (de 4,5%) para esse cálculo. Temos que supor que a inflação deverá ficar em torno do centro da meta.

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Fonte: http://oglobo.globo.com/




Veja o que restou do que seria o Villa De Petra da Contrutora Capuche - uma ameaça a Segurança Pública

Villa De Petra Capuche Natal, apartamento em estágio lançamento, no bairro Nova Parnamirim da cidade de Parnamirim e classificado como lançamento, Apartamentos a Venda na Planta no Bairro Nova Parnamirim da Cidade de Parnamirim. A Construtora Capuche e Incorporadora do Villa De Petra Capuche Natal são empresas de prestígio e, além da qualidade em suas obras de apartamentos a venda na planta, oferecem preços competitivos no bairro Nova Parnamirim da cidade de Parnamirim.
O empreendimento imobiliário, Villa De Petra Capuche Natal, tem apartamentos a venda na planta em estágio de lançamento e está localizado no bairro Nova Parnamirim da cidade de Parnamirim. O endereço dos apartamentos a venda na planta do empreendimento Villa De Petra Capuche Natal é Rua Petra Kelly, 1300, Nova Parnamirim, Parnamirim - Rio Grande Do Norte, CEP .

Veja o que restou do fracassado empreendimento: Onde seria o ponto de vendas da Construtora Capuche e Incorporadora do Villa De Petra Capuche Natal  e do apartamento decorado para mostrar aos prováveis interessados, virou um ponto de drogas, pichadores e esconderijo para assaltantes em uma das principais avenidas de Nova Parnamirim, o bairro com o maior IPTU de Parnamirim/RN.
Moradores reclamam do descaso do poder público de Parnamirim em permitir esta situação já há mais de um (1) ano, quanto a Construtora Capuche que já deveria ter demolido o ambiente, faz vista grossa da situação.

Pedimos providencias no caso, estamos alertas se não for solucionado o problema de ordem de segurança publica, em encaminhar a denuncia ao Ministério Público.






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Fonte: Eduardo Albuquerque

FNDE fixa novas datas para renovação de contratos do Fies

Os prazos variam de acordo com o período em que o contrato dos estudantes foi firmado


O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) fixou novas datas para a renovação semestral dos contratos de estudantes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os prazos variam de acordo com o período em que o contrato foi firmado.
Para os contratos formalizados em 2010, o prazo vai até o dia 15 de maio. Já os contratos referentes ao primeiro e segundo semestres de 2011, 2012 e 2013 têm até o dia 31 de maio para fazer o pedido no sistema. Os prazos valem para renovação, suspensão, transferência, dilatação ou encerramento.
Os pedidos de renovação, transferência e dilatação referentes aos contratos do primeiro semestre de 2014 também podem ser requeridos no sistema até 31 de maio. A suspensão e o encerramento desses contratos podem ser feitos até o dia 15 de maio.
Os estudantes devem fazer o aditamento de contrato online pelo Sistema Informatizado do Fies (SisFies).
O Fies é destinado à concessão de financiamento a estudantes regularmente matriculados em cursos superiores privados, com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação. O programa oferece cobertura de 50% a 100% do valor da mensalidade e juros de 3,4% ao ano. O contratante só começa a quitar o financiamento 18 meses depois de formado. O número de contratos formalizados desde 2010 já passa de 1,1 milhão.
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Fonte: 

Eleição suplementar em Mossoró ocorre com tranquilidade

Um disque-eleitor foi disponibilizado pelo TRE para os eleitores tirarem dúvidas e denunciar atos irregulares

Mossoroenses comparecem aos locais de votação (Foto: Alberto Leandro)
As votações em Mossoró da eleição suplementar ocorrem tranquilamente. Os locais de votação foram abertos às 8h neste domingo (4) e os eleitores já comparecem para a votação que escolherá o novo prefeito do município. O sistema de biometria não foi utilizado nesta eleição.
Disputam o cargo municipal o atual prefeito interino, Francisco José Júnior (PSD); Josué Moreira (PSDC); Cinquentinha (PSOL); Gutemberg Dias (PC do B); Larissa Rosado (PSB). A eleição suplementar de Mossoró deve-se a cassação da ex-prefeita Cláudia Regina (DEM).
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) disponibilizou uma central de atendimento para o eleitor neste pleito suplementar. O disque-eleitor estará à disposição dos mossoroenses para tirar dúvidas sobre locais de votação e também para recebimento de denúncias. O serviço funcionará até às 17h através do número 3315-7370.
As pessoas que praticarem algum ato irregular, como propaganda eleitoral, serão encaminhadas para o ginásio de Mossoró.

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Fonte: http://portalnoar.com/

ABSURDO: cada cadeira em estádio da Copa pagaria despesas de quase seis alunos por ano

Os protestos contra os gastos do governo com a Copa do Mundo, que será organizada no Brasil a partir de junho, trouxeram à tona o clamor da população pelo aumento do investimento em educação. Cartazes com frases como “Quantas escolas valem um Maracanã” ou “Não quero a Copa, quero saúde e educação” têm sido avistados nos atos de rua organizados no País.


A crítica é justificável. O governo federal prevê que o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) deverá repassar para as escolas pouco mais de R$ 2.285,57 por aluno do ensino fundamental em 2014.

No ano passado, o gasto mínimo por aluno da educação básica pública foi de R$ 2.287,87, segundo portaria divulgada pelo MEC (Ministério da Educação) no  DOU (Diário Oficial da União) da última terça-feira (29).

Fazendo uma comparação com um levantamento da ONG dinamarquesa Play The Game, que estimou que cada assento dos estádios da Copa no Brasil custará R$ 13.500 (US$ 5.800), é possível determinar que o dinheiro gasto por assento paga as despesas anuais de quase 6 estudantes.

Além disso, se os R$ 25,7 bilhões usados na organização da Copa [dado do portal da transparência] tivessem sido aplicados nas escolas, o País poderia promover o acesso de todos os alunos que estão fora das creches e do ensino médio. A ONG Todos pela Educação apontou que o Brasil tinha pouco mais de 3 milhões de crianças na faixa etária que vai dos 4 aos 17 anos fora das instituições de ensino no ano passado.

O valor necessário para criar todas essas vagas seria de R$ 11,7 bilhões nas creches e R$ 4,7 bilhões no ensino médio, de acordo com dados de 2012 do CAQi (Custo Aluno Qualidade Inicial) da ONG Todos pela Educação.   O levantamento determina qual o investimento necessário para promover o acesso e a qualidade de ensino no País.

A crítica é justificável. O governo federal prevê que o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) deverá repassar para as escolas pouco mais de R$ 2.285,57 por aluno do ensino fundamental em 2014.

No ano passado, o gasto mínimo por aluno da educação básica pública foi de R$ 2.287,87, segundo portaria divulgada pelo MEC (Ministério da Educação) no  DOU (Diário Oficial da União) da última terça-feira (29).

Fazendo uma comparação com um levantamento da ONG dinamarquesa Play The Game, que estimou que cada assento dos estádios da Copa no Brasil custará R$ 13.500 (US$ 5.800), é possível determinar que o dinheiro gasto por assento paga as despesas anuais de quase 6 estudantes.

Além disso, se os R$ 25,7 bilhões usados na organização da Copa [dado do portal da transparência] tivessem sido aplicados nas escolas, o País poderia promover o acesso de todos os alunos que estão fora das creches e do ensino médio. A ONG Todos pela Educação apontou que o Brasil tinha pouco mais de 3 milhões de crianças na faixa etária que vai dos 4 aos 17 anos fora das instituições de ensino no ano passado.

O valor necessário para criar todas essas vagas seria de R$ 11,7 bilhões nas creches e R$ 4,7 bilhões no ensino médio, de acordo com dados de 2012 do CAQi (Custo Aluno Qualidade Inicial) da ONG Todos pela Educação.   O levantamento determina qual o investimento necessário para promover o acesso e a qualidade de ensino no País.

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Fonte: http://blogdobg.com.br/

Larissa Rosado vota em Mossoró e não falar sobre recurso ao TSE

Candidata à prefeitura do município de Mossoró, a deputada estadual e Larissa Rosado chegou ao local de votação por volta das 10h20.

Acompanhada da ex-prefeita da cidade Fafá Rosado, ao responder perguntas da imprensa, Larissa evita falar sobre o registro de candidatura indeferido na 33ª zona eleitoral.

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Eduardo Albuquerque

Em ano de eleições, governo federal cola em Parada LGBT

Hoje em São Paulo.

Nunca estiveram mais próximos o governo federal e a organização da 18ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, que acontece nesta tarde deste domingo (4) pelo centro da cidade. E isso acontece justamente em ano eleitoral. O próprio lema do evento ("País vencedor é país sem homolesbotransfobia") é um decalque do slogan da gestão Dilma Rousseff ("País rico é país sem pobreza").

Diferentemente de outros anos, o próprio governo federal aparece como patrocinador da parada, ao lado de Petrobras e Caixa Econômica Federal, empresas estatais que patrocinam o evento desde 2007.

O ministério da Saúde reaparece em 2014 contribuindo para o ato, o que tinha acontecido de 2000 e 2010 com uma verba de R$ 290 mil no período. Neste ano, um edital do ministério deslocou R$ 600 mil para paradas, incluindo a de São Paulo, para divulgar campanhas de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, além de distribuição de preservativos.

Titular do ministério da Saúde até o início do ano, Alexandre Padilha foi o primeiro a chegar na entrevista coletiva da parada. "Estamos tranquilos e vamos fazer uma campanha de paz contra os tucanos", disse o pré-candidato do PT ao governo do Estado, já em clima eleitoral.

O governador Geraldo Alckmin, principal rival de Padilha, também participa do evento.
Por seu lado, a estatal Petrobras aumentou sua cota de patrocínio, subindo de R$ 200 mil dados em 2013 para R$ 220 mil desembolsados neste ano. Já a Caixa manteve o valor de R$ 50 mil que contribuiu na última edição.

Se a comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros) faz política em sua festa para defender direitos civis e pedir a criminalização da homofobia, o governo federal aproveita para angariar apoio dentro desse segmento dos eleitores.

"As conquistas não se dão só na parada, o nosso sucesso é marcar resistência. Em si, ela é política", explica Nelson Matias, um dos fundadores do evento paulistano. De acordo com ele, a principal conquista do evento foi a visibilidade da comunidade. Os líderes da comunidade criticam principalmente o engavetamento e a falta de tramitação no Congresso de leis que combatem a homofobia.

O calendário de 2014 afetou muito a parada, que junto com o GP de F-1 e a Virada Cultural são as principais atrações anuais do turismo da cidade. A Copa do Mundo obrigou o evento a sair de sua data habitual: o domingo seguinte ao Corpus Christi, feriado que ocorre entre o final de maio e o início de junho.

"Fizemos a mudança pensando nas pessoas que vem de fora, porque as tarifas aéreas e de hotéis ficarão muito mais altas na época da Copa", afirmou Fernando Quaresma, presidente da APOGLBT, associação que organiza a parada.

Por outro lado, as eleições aumentam o componente político do evento, para além da presença do prefeito paulistano e do governador paulista no protocolo oficial. Outros políticos afirmaram que estarão na avenida Paulista, entre eles, o deputado federal Tiririca (PP).

A organização afirmou que o slogan de 2014 foi escolhido por meio de sugestões enviadas pela internet. Mas a frase escolhida ("País vencedor é país sem homolesbotransfobia") ficou muito parecida com o lema desenvolvido pelo marqueteiro João Santana para a gestão Dilma em 2011. Santana faz parte do chamado "núcleo duro" do governo e deve comandar a campanha pela reeleição da atual presidente.

A concentração para a parada começa na avenida Paulista às 10h (com o fechamento da via). Já início do desfile está marcado para as 12h, mesmo horário em que a rua da Consolação será interditada. O final da caminhada acontece na praça da República, que será local dos shows de encerramento com Wanessa Camargo e Pedro Lima, a partir das 19h.

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Fonte: Do UOL, 




ABC vence o América na Arena das Dunas - 2 x 0

O primeiro clássico da série B 2014, o ABC venceu o América por 2x0 e quebrou duas invencibilidades rubras. Primeiro, dos 13 clássicos sem vitórias diante do seu maior rival e segundo, na Arena das Dunas, que, em 14 jogos, o alvirrubro não tinha perdido na nova praça esportiva de Natal. O autor dos gols do jogo, ambos no segundo tempo,, foi o atacante Dênis Marques, que era dúvida para a partida e só foi confirmado nos vestiários. Com o resultado, o alvinegro aparece na terceira posição, com sete pontos, enquanto o alvirrubro aparece na 11ª coloção, com três pontos.

Agora, as duas equipes voltam suas atenções para a Copa do Brasil. Na terça-feira, o América recebe o Náutico, na Arena das Dunas, Às 21h50. Já na quarta-feira, é a vez do ABC entrar em campo, contra o Atlético/GO, às 20h30, no Frasqueirão.
ABC.FC e América fizeram o clássico no Arena das Dunas

As polêmicas no clássico começaram antes mesmo da bola rolar. Como forma de saudar os seus adversários, o América ofereceu uma placa ao ABC, mas o vice-presidente administrativo do clube, Rogério Marinho, recusou a homenagem, o que deixou o presidente alvirrubro, Gustavo Carvalho, bastante contrariado com o ato descortes abecedista.

Dentro de campo, o jogo começou acelerado. Com 20 segundos, o ABC criou e perdeu uma grande chance, quando Somália aproveitou uma bola sobrada dentro da área, dominou livre e chutou forte. Fernando Henrique, atento, fez uma grande defesa, colocando para escanteio. O América respondeu pouco tempo depois, com Artur Maia, que recebeu de Daniel Costa e chutou por cima do gol defendido por Gilvan.

Como é comum nos clássicos, a forte marcação no meio campo era a tônica, com os dois meios campos chegando firme nas jogadas e impedindo as ações de ataque. Tanto que os centroavantes das equipes, Isac, pelo América e Dênis Marques, no ABC, pouco fizeram no primeiro tempo.

Na volta do intervalo, o treinador rubro, Oliveira Canindé, colocou Rodrigo Pimpão no lugar de Daniel Costa, para dar mais velocidade ao ataque americano. O jogador até que mostrou mais disposição, tentando levar o América ao ataque, mas pouco conseguiu produzir efetivamente.

No ABC, a equipe voltou sem alterações, o que mostrava que o técnico Zé Teodoro confiava no esquema com quatro volantes no meio campo. E, a aposta se mostrou acertada, já que, aos 13 minutos, Dênis Marques recebeu de Somália na área, ganhou de Edson Rocha e tocou com categoria, na saída de Fernando Henrique, para abrir o placar.

Em desvantagem, o América colocou mais um atacante, dessa vez Adriano Pardal no lugar do lateral direito George Lucas. Mas, pouca coisa mudou.

O que mudou foi o placar. O zagueiro Samuel fez boa jogada pela esquerda, tabelou com Gilmar, recebeu dentro da área, ganhou de Edson Rocha e tocou para Dênis Marques, no meio da área, apenas ter o trabalho de tocar e marcar o segundo gol.

Precisando vencer, para se manter invicto na Arena das Dunas, o América foi para cima do ABC, criou algumas chances, principalmente com Isac, que teve três oportunidades, mais foi parado por Gilvan, que fez mas grandes defesas, mas o placar não foi alterado.

O treinador Zé Teodoro, do ABC, aproveitou o placar favorável e promoveu as estreias de Michel e Júnior Xuxa, que devem ser titulares da equipe no decorrer da competição.

“Estamos melhorando, ajustando as peças e ainda estamos em formação. Fizemos valer o resultado e agora é dar sequência para melhorar ainda mais”, disse o técnico abecedista, Zé Teodoro, ao término da partida.

“O clássico é um jogo que todos querem jogar e mostrar um bom desempenho e fui feliz em marcar os gols e atacante sempre tem que brigar para ser artilheiro e comigo não é diferente”, afirmou o atacante Dênis Marques.


FICHA TÉCNICA
AMÉRICA 0X2 ABC

Local: Arena das Dunas, Natal/RN

Data: 03.05.14

Árbitro: Francisco Carlos do Nascimento (AL)

Público: 10.108 torcedores

Renda:R$ 248.480,00

GOLS:
ABC: Dênis Marques, aos 13´ e aos 19´do 2º T

AMÉRICA: Fernando Henrique; George Lucas (Adriano Pardal), Cléber, Edson Rocha e Wanderson; Márcio Passos, Jean Cléber, Fabinho e Daniel Costa (Rodrigo Pimpão); Artur Maia (Wálber) e Isac.

Técnico: Oliveira Canindé.

ABC: Gilvan; Patrick, Suéliton, Samuel e Luciano Amaral; Michel Schmoller, Liel (Michel),Daniel Amora e Somália (Xuxa); Gilmar (João Henrique) e Dênis Marques.

Técnico: Zé Teodoro. 

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Eduardo Albuquerque

Mossoroenses voltam às urnas

Começou a eleição suplementar para escolher quem vai comandar a Prefeitura de Mossoró até 2016, substituindo definitivamente a prefeita afastada Cláudia Regina (DEM), que não disputará o pleito. Com 168 mil eleitores aptos, a expectativa da população é que o resultado deste domingo (4), enfim, seja definitivo.

Mossoroenses que votam no Colégio Sagrado Coração de Maria saíram de casa cedo

Desde as 7h30 em frente ao colégio Sagrado Coração de Maria, o contador Jandir Araújo, de 64 anos, disse que nunca viu uma campaha eleitoral tão fria na cidade. As acirradas disputas por votos, como costumeiramente ocorria nas eleições anteriores, não esteve tão constante nas ruas. "Nem parece que vamos ter eleição", disse.

O contador Jandir Araújo, de 64 anos, disse que é importante que a população vá às urnas

Apesar do incômodo em votar pela segunda vez para a mesma eleição, Jandir Araújo enaltece a importância do voto e da democracia. "Sempre votei e sempre vou votar porque sou um defensor da democracia. Continuo com a mesma disposição de quando era mais jovem. É importante que se participe e sempre se busque o melhor", concluiu.

A importância do voto é o ensinamento que o auxiliar de pedreiro José Augusto Oliveira, de 51 anos, quer passar para o neto Jackson Leandro, de 7 anos. Acompanhado pela criança, José Augusto criticou o fato das eleições em Mossoró terem sido judicializadas e obrigarem os eleitores a voltarem às urnas. No entanto, ele vê como importante a participação popular.

"Ele me acompanha e já sabe em quem votar. Quero que ele entenda a importância do voto para, quando crescer, seja um eleitor consciente", disse o eleitor.

As eleições em Mossoró prosseguem até as 17h deste domingo, quando terá início a apuração do resultado. A expectativa é que o resultado seja conhecido no início da noite de hoje.

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Fonte: http://www.tribunadonorte.com.br/