sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Hospital da PM: Governador vai integrar Secretarias para finalizar obra

O governador Robinson Faria determinou na manhã de hoje uma maior integração entre as secretarias de Saúde, Defesa Social e Infraestrutura para a conclusão das obras de reforma e ampliação do Hospital Pedro Germano, da Polícia Militar.

O chefe do Executivo visitou aquela unidade hospitalar na companhia do secretário Ricardo Lagreca, da Saúde, da secretária de Defesa Social, Kalina Leite, do secretário de Infraestrutura, Jáder Torres e da secretária de Comunicação, Geórgia Nery, para ouvir os seus dirigentes e verificar o funcionamento da instituição. Ele ouviu uma explanação sobre as necessidades do Hospital que atende os policiais militares e seus familiares, a população em geral através do SUS e é Hospital de referência para atender as autoridades públicas em visita ao Rio Grande do Norte, inclusive Presidente da República.

O diretor de saúde da Polícia Militar, coronel Roberto Galvão informou que as metas mais urgentes para melhorar e ampliar a prestação do serviço são a conclusão das obras de reforma e construção, aquisição de equipamentos, a formalização de um acordo de cooperação técnica entre a Secretaria de Segurança e Defesa Social – Sesed e a Secretaria de Saúde Pública – Sesap e a realização de concurso público para contratar oficiais para a área médica e praças.

Estas medidas vão permitir ao Hospital da Polícia Militar, em curto prazo, colocar em funcionamento a nova maternidade com 20 leitos - o que vai permitir a realização de 300 partos por mês -, o funcionamento da UTI para adultos com dez leitos, ampliar a UTI Neonatal, que terá sua capacidade duplicada, além da ampliação do Centro Cirúrgico que passará das atuais duas salas para sete salas.

O governador declarou que a atuação integrada entre as secretárias irá “dar mais agilidade e acelerar a conclusão das obras, a instalação de novos equipamentos, melhorar a qualidade dos serviços e beneficiar os policiais militares, suas famílias e a população em geral”.

Durante a visita o Governador conheceu vários setores do Hospital como a farmácia, UTI Neonatal e enfermarias e conversou com pacientes. Ele ressaltou que o Governo quer proporcionar o acesso das pessoas à saúde pública e assegurar ao Hospital Pedro Germano maior integração às demais unidades do sistema de saúde estadual.

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Fonte: ASSECOM/RN

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Anvisa quer modernizar regulação e integrar rede internacional

Presidente interino da Anvisa, Jaime Oliveira, apresenta avanços rumo à flexibilização das normas e projeto piloto para o compartilhamento de decisões com outras agências por meio do ICMRA

Anvisa quer modernizar regulação e integrar rede internacional
“Quanto mais escancarada for a agência, mais ela consegue se transformar para acompanhar um mercado que se transforma permanentemente”, ressaltou o diretor- presidente interino da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Jaime César Oliveira, ao fazer um balanço sobre o que tem avançado na área regulatória. E não é pouca coisa. Ao conversar com profissionais do setor, é possível perceber que o trabalho da agência está sendo reconhecido, apesar de ainda haver um longo caminho a percorrer. 

Durante evento organizado pela Abraidi (Associação Brasileira dos Importadores e Distribuidores de Implantes), na última sexta-feira (23), o que mais chamou atenção no discurso de Oliveira foi a forte intensão de integrar os trabalhos com agências internacionais – passar de um “information sharing para um work sharing”, ou seja, ultrapassar os encontros internacionais para a simples troca de informações, e realizar um efetivo trabalho em conjunto. 

Desde 2012, essa ambição saiu do papel por meio da International Coalition of Medicines Regulatory Authorities (ICMRA), composto pelas lideranças das agências regulatórias de inúmeros países, em prol de decisões e processos compartilhados. O Brasil tem papel de liderança no grupo e faz parte de um projeto piloto com Austrália, Canadá e Estados Unidos (EUA) (Medical Device Single Audit Program - MDSAP), que desenvolveu um modelo de credenciamento de entidades terceiras para realizarem inspeções de boas práticas. “Elas fazem a inspeção, emitem um relatório e, com base nisso, as empresas são certificadas ou não”, explicou o diretor-presidente. O prazo de execução desse projeto vai até o final de 2016 e, caso dê certo, esse modelo deve ser adotado, o que pode facilitar, e muito, a demora das inspeções de produtos médicos comercializados no Brasil e fabricados em outros países. 

Hoje, os medicamentos importados só podem ser registrados no Brasil depois do registro em seu país de origem, o que impede que participemos da primeira onda de registros. De acordo com Oliveira, já temos condições de avaliar um medicamento inovador ao mesmo tempo que as outras agências avaliam. 

Outro fator  analisado é a possibilidade de compartilhar a linha de produção, ou seja, a permissão de produtos completamente distintos serem fabricados sob a mesma linha de produção. “Temos tecnologias para garantir a segurança de um lote de um produto e de outro. Essa é uma reivindicação grande por parte das farmacêuticas”, disse. 

A Lei 13.097/15 é outra medida recente da Anvisa idealizada no sentido de compartilhar responsabilidades e liberar tempo e força de trabalho para o monitoramento do setor. Dentre suas atribuições está a permissão para o registro de produtos ter validade variável e com prazo máximo de 10 anos, sendo que até então, o prazo dos registros era de cinco anos para qualquer produto. A medida alcança os medicamentos, produtos e equipamentos médicos, cosméticos e saneantes.

Alinhada à possibilidade de utilização de relatórios de inspeção das agências sanitárias de outros países para o credenciamento de instituições para a realização de inspeções, a norma também vai permitir que as análises de controle e fiscalização para a vigilância sanitária sejam feitas não apenas pelos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacens). Ou seja, poderão ser realizadas tanto por outros laboratórios públicos como privados, desde que cumpram os requisitos de boas práticas e não tenham nenhum conflito de interesse. 

“Queremos consolidar uma rede significativa de laboratórios nacionais e internacionais credenciados pela Anvisa. A inovação está no reconhecimento legal para a possibilidade de utilizar os dados de inspeções de outras agências e entidades internacionais”, afirmou Oliveira. 

As normas atualizadas pela Lei 13.097/15 são as leis 6.360/76, a 5.991/73 e a 8.080/90. 

Assim como os sistemas de saúde globais enfrentam uma grande transformação estrutural, as mudanças regulatórias vão ao encontro com o contexto, afinal, o modelo regulatório brasileiro até então vigente era da década de 70. Dessa forma, desde 2013 que a agência tem gradualmente retirado as travas para uma regulação sanitária mais moderna.

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Fonte: http://saudebusiness365.com.br/ 

Telemedicina e dispositivos móveis reduzem rehospitalizações, diz Tinoco (Pró-Cardíaco)




Em entrevista durante a cerimônia de entrega do Referências da Saúde, o diretor clínico do Hospital Pró-Cardíaco aponta quais os benefícios da TI e conta sobre elaboração de diretrizes da TI para hospitais pela Anahp

Telemedicina e dispositivos móveis reduzem rehospitalizações, diz Tinoco (Pró-Cardíaco)




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Fonte: http://saudebusiness365.com.br/

Saúde precisa convergir Assistência Médica e Saúde Populacional, diz IDC




Novas iniciativas para a saúde pública devem se basear em três áreas: pessoas, processos e tecnologia, descreve pesquisa IDC Health Insights

Saúde precisa convergir Assistência Médica e Saúde Populacional, diz IDC
O futuro, ou melhor, os próximos anos já estão sendo delineados por valores como colaboração, compartilhamento e transparência. Estudo do IDC Health Insights descreve a Saúde em 2020 sob tais preceitos mostrando que haverá uma convergência global entre saúde, saúde populacional e serviços sociais, construindo uma nova visão para a saúde pública


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Dentre as diretrizes que vale ressaltar está a de que os executivos de saúde devem começar a considerar novas iniciativas de colaboração de acordo com específicos perfis populacionais, sendo permeadas pelo cuidado integrado que visa melhorar a gestão da doença e a eficácia dos programas de prevenção 

Para implantar tais iniciativas, é inevitável o desenvolvimento de uma visão mais abrangente, que vá além do foco em demandas da TI, investimento em bancos de dados e capacidade para analisá-los. Dessa forma, acaba sendo construída uma nova cultura organizacional baseada no compartilhamento dos objetivos, colaboração, transparência e garantia da clareza nas informações. 

A nova “saúde pública”, segundo estudo, será baseada em uma abordagem multidisciplinar, que irá facilitar a integração entre os diversos determinantes sociais e assistenciais que influenciam a saúde da população em geral. A digitalização da saúde, com o permanente avanço da capacidade de analisar os dados, tem sido a grande propulsora desta convergência, já que expande e fortalece a coleta, o uso, o compartilhamento e a colaboração dos dados de saúde. 

A convergência do atendimento médico com a saúde populacional visa reduzir a probabilidade de que os cidadãos sejam afetados pelas doenças crônicas, até pelo fato da possibilidade do próprio paciente conseguir monitorar sua saúde. 

A coordenação das disciplinas de saúde da população, eventualmente alinhada com os serviços sociais, irá maximizar a eficiência e eficácia da prevenção e gerenciamento de doenças para indivíduos ou para um grupo de pacientes. “Esta visão terá de ser traduzida em uma missão que irá considerar o impacto das novas iniciativas de saúde pública em três áreas: pessoas, processos e tecnologia”, descreve pesquisa IDC Health Insights.

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Fonte: saudebusiness365.com.br