quinta-feira, 3 de abril de 2014

Hospitais universitários federais receberão R$ 970 milhões

O investimento previsto para os hospitais universitários federais em 2014 será R$ 970 milhões, segundo divulgou hoje (3) o Ministério da Educação. O valor foi aprovado nesta quinta-feira na primeira reunião do ano do Comitê Gestor do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf), coordenado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).

De acordo com a Ebserh, os investimentos servirão para aquisição de equipamentos, medicamentos, produtos para saúde, além de reformas e ampliações dos hospitais. A primeira parcela de recursos está prevista ainda para o mês de abril.

Os critérios para liberação das verbas também foram aprovados e levarão em conta, entre outros itens, o porte das unidades, número de leitos, taxa de ocupação hospitalar, número de funcionários por leito e a inserção dos hospitais nas redes temáticas do Ministério da Saúde, como Rede Cegonha, Rede Psicossocial e Ações de Humanização.

A Ebserh foi criada em 2011 e tem como finalidade a gestão da rede de hospitais universitários federais. É uma empresa pública vinculada ao Ministério da Educação. Sua criação integra um conjunto de ações do governo federal com o objetivo de recuperar os hospitais vinculados às universidades federais.

--
Fonte: http://www.ebc.com.br/


Um comentário:

  1. Comentário: Que bom seria para população SUS de todo o país, se as tecnologias que nesses hospitais estão, fossem resolutivos, que estas unidades pudessem realmente atender a demanda da média e alta complexidade ambulatorial e hospitalar - param na questão de serem hospitais de ensino e não têm agendas normais - uma consulta com tempo de 45 minutos (ensino) inviabiliza a fila que busca assistência, pois só atendem no máximo 4 pacientes dias por especialidade e a nossa realidade é outra. São centros de referência em tudo, porém não atendem o quantitativo necessário e que o SUS demanda. Deveriam receber por produção realizada e efetivamente aprovado junto ao DATASUS/MS. O MEC deveria pagar produtividade para as equipes multiprofissional para realizações de mais procedimentos e não só as poucas para o ensino dos residentes e acadêmicos.

    ResponderExcluir